<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>CNPEM</title>
	<atom:link href="http://www.cnpem.org.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cnpem.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 14:56:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Mais um passo na &#8220;química verde&#8221;</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/18/mais-um-passo-na-quimica-verde/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/18/mais-um-passo-na-quimica-verde/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping CTBE]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[CNPEM]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[CTBE]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[Rhodia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4219</guid>
		<description><![CDATA[Rhodia assina acordo com CTBE para o desenvolvimento de produtos gerados a partir da biomassa de cana-de-açúcar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Revista Entre Nós (Rhodia), em Maio de 2012</em></p>
<p>Clique <a href="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Clipping-CTBE-18-05-20121.pdf">aqui</a> para ler a matéria.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/18/mais-um-passo-na-quimica-verde/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MCTI discute “O Futuro da Inovação” durante o Fórum do BNDES</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/16/mcti-discute-%e2%80%9co-futuro-da-inovacao%e2%80%9d-durante-o-forum-do-bndes/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/16/mcti-discute-%e2%80%9co-futuro-da-inovacao%e2%80%9d-durante-o-forum-do-bndes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[anel síncrotron]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[CNPEM]]></category>
		<category><![CDATA[Fonte]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[nova]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Síncrotron]]></category>
		<category><![CDATA[Sirius]]></category>
		<category><![CDATA[Synchrotron]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4213</guid>
		<description><![CDATA[Portal MCTI, em 15/05/2012 O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Virgílio Almeida, participou nesta terça-feira (15), do XXIV Fórum Nacional &#8211; Rumo ao Brasil Desenvolvido, promovido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social &#8211; BNDES, no Rio de Janeiro. Almeida representou o ministro Marco Antonio Raupp, no]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Portal MCTI, em 15/05/2012</em></p>
<p style="text-align: justify;">O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Virgílio Almeida, participou nesta terça-feira (15), do XXIV Fórum Nacional &#8211; Rumo ao Brasil Desenvolvido, promovido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social &#8211; BNDES, no Rio de Janeiro. Almeida representou o ministro Marco Antonio Raupp, no painel “O Futuro da Inovação no Brasil, como usar o Pré-Sal para transformar a economia”.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante seu discurso, o secretário falou sobre como fazer a ciência e a tecnologia chegarem até as empresas para gerar inovação e desenvolvimento ao país. Ele apresentou dados sobre a participação das empresas privadas em projetos de ciência e tecnologia e citou as ações que estão sendo realizadas pelo MCTI como a melhoria de infraestrutura, aperfeiçoamento de equipamentos laboratoriais, formaçao de novos profissionais e qualificação profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário também destacou a importância de programas como o Ciência Sem Fronteiras, que vai oferecer 75 mil bolsas de intercâmbio,pelo governo federal, para alunos de graduação e pós-graduação em universidades no exterior, além de 26 mil bolsas a serem concedidas com recursos da iniciativa privada.</p>
<p style="text-align: justify;">“O governo federal, em parceria com a iniciativa privada, está tornando o programa Ciência Sem Fronteiras, um forte instrumento de formação de novos profissionais e de aproximação de empresas e indústrias a programas de ciência e tecnologia. Prova disto é que o MCTI tem trabalhado para realocar todos os estudantes que realizaram o intercâmbio em grandes empresas brasileiras, para disseminar o conhecimento adquirido em países extremamente avançados do setor cientifico e tecnológico, como Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Coréia, Japão e China”, disse o secretário.</p>
<p style="text-align: justify;">Virgílio Almeida citou alguns dos projetos estruturais do ministério, como a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e o projeto Sirius (fonte de luz síncrotron). O secretário reforçou o pedido de maior cooperação por parte das empresas privadas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ciência e Tecnologia são essenciais para o país. Embora o governo se esforce para apoiar todos os projetos possíveis deste segmento, não é o único responsável por investir. A indústria e as empresas também têm um papel fundamental neste processo de investimento e desenvolvimento do país”, ressalta o secretário. O fórum segue até o dia 17 de maio, na sede do BNDES.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto: André Gonzalez, da Ascom do MCTI</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/16/mcti-discute-%e2%80%9co-futuro-da-inovacao%e2%80%9d-durante-o-forum-do-bndes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas desvendam interação entre cana-de-açúcar, inseto e fungo</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/14/cientistas-desvendam-interacao-entre-cana-de-acucar-inseto-e-fungo/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/14/cientistas-desvendam-interacao-entre-cana-de-acucar-inseto-e-fungo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 19:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping CTBE]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Bioetanol]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cientistas]]></category>
		<category><![CDATA[CNPEM]]></category>
		<category><![CDATA[CTBE]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4211</guid>
		<description><![CDATA[Agência FAPESP, em 14/05/2012 Um estudo realizado por pesquisadores revelou que o ataque da broca ( Diatraea saccharalis ), lagarta que é a principal praga da cana-de-açúcar, induz à ativação de um gene que codifica proteínas com forte atividade antifúngica. O trabalho, que teve seus resultados publicados na revista Molecular Plant-Microbe Interactions, faz parte de]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Agência FAPESP, em 14/05/2012</em></p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo realizado por pesquisadores revelou que o ataque da broca (<em> Diatraea saccharalis </em>), lagarta que é a principal praga da cana-de-açúcar, induz à ativação de um gene que codifica proteínas com forte atividade antifúngica.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho, que teve seus resultados publicados na revista <em>Molecular Plant-Microbe Interactions</em>, faz parte de um projeto de pesquisa sobre as interações entre plantas, microrganismos e insetos, conduzido no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN).</p>
<p style="text-align: justify;">Participaram da pesquisa cientistas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em Ribeirão Preto, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), em Campinas (SP).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um dos autores do artigo, Marcio Castro Silva-Filho, professor do Departamento de Genética da Esalq-USP, em estudos anteriores o grupo já havia mostrado que o ataque da broca desencadeava na planta a ativação de um gene que expressa a proteína conhecida como “sugarina”.</p>
<p style="text-align: justify;">Supondo que a sugarina tivesse ação inseticida, os pesquisadores da Esalq patentearam o promotor do gene da sugarina, tendo em vista a aplicação em plantas geneticamente modificadas capazes de liberar as proteínas apenas quando a planta é atacada pelo inseto. No entanto, o grupo descobriu um fato intrigante: a sugarina não tinha efeito contra os insetos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Clonamos o gene da sugarina, fizemos sua introdução em um vetor fúngico para produzir a proteína em grande quantidade e testamos sua ação no inseto. Ficamos surpresos, pois a proteína não tinha qualquer efeito inseticida. Só então levantamos a hipótese de que talvez o gene fosse expresso para proteger a planta dos fungos que podem surgir após o ataque do inseto”, disse Silva-Filho à <strong>Agência FAPESP</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As plantas possuem uma série de genes que são ativados e produzem proteínas capazes de impedir o ataque de certos insetos. Há algum tempo o grupo da Esalq tenta inserir na cana-de-açúcar genes que são ativados quando a planta é atacada.</p>
<p style="text-align: justify;">“Observamos que, nas plantações de cana, a ocorrência da praga da broca é frequentemente associada à presença dos fungos que causam a podridão vermelha”, disse Silva-Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">A podridão vermelha, segundo ele, é uma doença responsável pela diminuição na produção de sacarose da cana-de-açúcar. Quando a planta se destina à produção de etanol, o problema causa prejuízos ainda maiores, pois os microrganismos invasores contaminam o caldo e concorrem com as leveduras na fermentação, afetando a produção.</p>
<p style="text-align: justify;">“A mariposa <em>Diatraea saccharalis </em>coloca seus ovos no colmo da planta. Quando os ovos eclodem, a lagarta penetra no colmo e produz buracos e galerias. É por essas aberturas que entram esses fungos oportunistas”, explicou Silva-Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Os microrganismos estão sempre presentes no ambiente da plantação, mas quando não há ruptura na superfície da planta, eles não conseguem invadi-la. “Quando a broca está presente, os fungos podem entrar. Os prejuízos causados pelo fungo acabam sendo muito mais graves que os causados pelo inseto”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atividade antifúngica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Silva-Filho, depois de estudar uma série de genes que eram ativados por ataques de insetos, os cientistas descobriram o gene da sugarina. Mas eles notaram que o padrão de resposta e de regulação desse gene difere dos outros genes ativados por insetos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Mostramos que a expressão de sugarina ocorre de maneira tardia em relação aos outros genes que respondem a ataques de insetos. O pico de ação da proteína se dá 48 horas após o ataque. Em geral, a reação é muito mais rápida, a fim de minimizar as consequências do ataque”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os pesquisadores observaram que a expressão da sugarina ocorre somente no local onde acontece a lesão pelos insetos, ao contrário da maioria dos genes ativados por insetos. “Geralmente a resposta é sistêmica, isto é, expressa em todos os tecidos da planta”, disse o professor da Esalq.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando os pesquisadores perceberam que a sugarina, além de ter uma resposta singularmente tardia e localizada, não tinha ação inseticida, a hipótese de uma ação sobre o fungo começou a ser testada.</p>
<p style="text-align: justify;">“Mostramos que a sugarina tem uma poderosa atividade antifúngica. Penetra nos microrganismos e provoca sua morte celular. Essa interação entre planta, inseto e fungo sugere que, ao longo da evolução, a planta desenvolveu um sistema no qual a presença do inseto que causa a lesão no colmo expressa uma proteína que tem efeito não sobre o inseto, mas sobre o fungo que aparece após seu ataque”, disse Silva-Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo <em>Sugarwin: A Sugarcane Insect-Induced Gene with Antipathogenic Activity </em>, de Marcio Castro Silva-Filho e outros, pode ser lido por assinantes da <em>Molecular Plant-Microbe Interactions</em> em <strong><a href="http://apsjournals.apsnet.org/doi/abs/10.1094/MPMI-09-11-0254?prevSearch=allfield%253A%2528Medeiros%2529&amp;searchHistoryKey%20target=">www.ismpminet.org/News_Capsule.html</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/14/cientistas-desvendam-interacao-entre-cana-de-acucar-inseto-e-fungo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A multidisciplinaridade como resolução para novos problemas científicos</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/11/a-multidisciplinaridade-como-resolucao-para-novos-problemas-cientificos/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/11/a-multidisciplinaridade-como-resolucao-para-novos-problemas-cientificos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping CNPEM]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Bioetanol]]></category>
		<category><![CDATA[Centro]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[CNPEM]]></category>
		<category><![CDATA[CTBE]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Fonte]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[LNBio]]></category>
		<category><![CDATA[LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[LNNano]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Síncrotron]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4206</guid>
		<description><![CDATA[Com Ciência, em 10/05/2012 Por Monique Lopes 10/05/2012 Um dos mais antigos e conhecidos centros de pesquisa do mundo, o Massachussetts Institute of Technology (MIT), é também um dos maiores exemplos quando se fala em multicentro. Fundado em 1861, hoje o MIT abriga laboratórios nas áreas de energia, nanotecnologia, ciência nuclear, biomedicina, ciência da informação,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Com Ciência, em 10/05/2012</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por Monique Lopes</strong><br />
<strong>10/05/2012</strong></p>
<p>Um dos mais antigos e conhecidos centros de pesquisa do mundo, o Massachussetts Institute of Technology (MIT), é também um dos maiores exemplos quando se fala em multicentro. Fundado em 1861, hoje o MIT abriga laboratórios nas áreas de energia, nanotecnologia, ciência nuclear, biomedicina, ciência da informação, ciências humanas, entre outros. Apesar disso, potenciais multicentros brasileiros apontam como referência o modelo europeu de pesquisa, da constituição de centros ancorados em universidades, embora tenham um jeito próprio de existir. Em todas as instituições, no entanto, permanece uma questão que é consensual: a multidisciplinaridade é chave na busca por resolução de problemas.</p>
<p>Carlos Aragão, diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), ressalta que no Brasil há uma característica própria de reunir biociências e nanotecnologia com bioetanol e, no seu caso, com síncrotron. “Exatamente como o CNPEM não há”, compara em relação ao síncrotron suíço – Swiss Light Source (SLS) – e o European Synchrotron Radiation Facility (ESRF), em Grenoble, na França.</p>
<p>Nascido do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), por sua vez inaugurado em 1997, o centro que ocupa parte do campus da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) só passou a ser conhecido como CNPEM em 2010, momento em que já haviam sido criados outros dois laboratórios nacionais: o de Biociências (LNBio) e o de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE). A estes se juntou, no ano passado, o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano). A Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncotron (ABTLuS), responsável por gerir o CNPEM, está atualmente em processo para assumir o nome do centro como nome também da própria organização social.</p>
<p>Nem todos os projetos de pesquisa realizados no CNPEM se utilizam da interação entre os laboratórios, como esclarece Aragão, mas ter a possibilidade de tratar um mesmo problema à luz de diversas especialidades é, na opinião do diretor, a grande vantagem de um centro de pesquisas multidisciplinar. “Há problemas em que você precisa de físicos, químicos, matemáticos, de gente da área de engenharia&#8230; Na minha visão é um grande ganho ter, em um mesmo campus, competências que são complementares e que permitem que se estude determinada questão com pessoas de formações diversas e equipamentos também complementares, o que amplia muito as possibilidades de solução do problema”, afirma.</p>
<p>A constituição de multicentros é uma tendência internacionalmente difundida. A razão básica para este fenômeno é a demanda crescente por diferentes competências para lidar com problemas cujo grau de complexidade transcende uma determinada área específica. “É uma tendência da ciência e tecnologia modernas que tem se consolidado e essa interação vai ocorrer cada vez mais”, defende Aragão.</p>
<p>Embora a multidisciplinaridade seja uma característica comum do ambiente das universidades, em geral, nem sempre há a interação entre áreas de conhecimento nas pesquisas realizadas nesse ambiente. O diferencial de um centro formado com o objetivo da multidisciplinaridade é a já pressuposta integração de capacidades, que resulta numa natural troca de informações entre os laboratórios e na utilização de uma linha de pesquisa – inicialmente desenvolvida em biociências, por exemplo – para diversas finalidades – podendo ser aproveitada, como cita o diretor do CNPEM, para nanotecnologia.</p>
<p>Outra característica marcante dos multicentros é que eles não são centros de pesquisa fechados em si próprios, ou seja, são geralmente abertos a usuários externos, tanto acadêmicos quanto do meio empresarial, em cooperações com empresas que tenham interesse na área de inovação, que parece ser uma tendência na nova concepção de instituições de pesquisa.</p>
<p>Tal pressuposição do trabalho em conjunto implica, no entanto, em que todos os grupos envolvidos atuem com velocidade similar na busca de recursos, de parcerias e de gerar conhecimento, tecnologia e inovação, o que, na opinião de um dos fundadores do Centro de Pesquisas em Processos e Materiais para a Indústria de Petróleo e Energia, em fase final de construção no principal campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), pode ser uma dificuldade. “O funcionamento e a perenidade de um centro de pesquisas multidisciplinar depende, fundamentalmente, da capacidade dos grupos de entregar resultados com qualidade”, alerta Ernesto Urquieta, coordenador de pesquisa do departamento de engenharia química da UFSCar e coordenador de pesquisa em catálise, materiais e energia no centro.</p>
<p>Uma segunda dificuldade que pode ser apontada é quanto ao financiamento. Alguns multicentros contam com o apoio de programas estaduais como o Cepid (Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que contempla apenas projetos de pesquisa essencialmente multidisciplinares. É o caso do Centro de Biotecnologia Molecular e Estrutural (CBME), com sede na Universidade de São Paulo (USP), no campus de São Carlos. Além de se utilizar dos laboratórios de Cristalografia de Proteínas e Biologia Estrutural do Instituto de Física da própria USP, o centro conta com parceria de biólogos moleculares do Departamento de Genética e Evolução e Departamento de Ciências Fisiológicas da UFSCar, dos laboratórios de Produtos Naturais e Síntese Orgânica do Departamento de Física também da UFSCar, e do próprio Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) do CNPEM. Mas a maioria dos centros acaba na dependência de parcerias com empresas interessadas no resultado das pesquisas, uma vez que não existem programas de incentivo nessa área por parte do governo federal, por exemplo.</p>
<p>Tendo iniciado as obras em 2009 e com previsão de entrega para o segundo semestre de 2012, o futuro Centro de Pesquisa da UFSCar conta com um investimento de R$ 20 milhões da Petrobras e abrigará nove laboratórios nas áreas de materiais, catálise, nanotecnologia, combustíveis limpos, lubrificantes e instrumentação. E ainda que não tenha sido inaugurado, já está em funcionamento, garante Urquieta: “Grandes projetos vem sendo desenvolvidos com os grupos de catálise, nanotecnologia, combustíveis, cerâmicas e refratários, e resultados atraentes já vêm sendo patenteados”. No que diz respeito a vantagens, Urquieta endossa o discurso de Carlos Aragão: “O desenvolvimento de pesquisa da maneira como se planeja nos multicentros tem, além das vantagens colocadas, a de que os resultados alcançados, em menor tempo e com os custos minimizados, poderão ter aplicação imediata contribuindo ao avanço da ciência e tecnologia do país, dessa maneira diminuindo a dependência tecnológica”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/11/a-multidisciplinaridade-como-resolucao-para-novos-problemas-cientificos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma instituição singular</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/11/uma-instituicao-singular/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/11/uma-instituicao-singular/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping LNNano]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cientistas]]></category>
		<category><![CDATA[CNPEM]]></category>
		<category><![CDATA[LNNano]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4203</guid>
		<description><![CDATA[Com Ciência, em 10/05/2012 Por Fernando Galembeck 10/05/2012 Cada um de nós procura ser a pessoa certa no lugar e tempo certos. Como dizia um importante bioquímico brasileiro, Carl Dietrich, “pesquisadores não devem correr atrás da bola e, sim, para onde a bola vai estar”. Infelizmente, muitas pessoas certas estão na hora ou no tempo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Com Ciência, em 10/05/2012</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por Fernando Galembeck</strong><br />
<strong>10/05/2012</strong></p>
<p>Cada um de nós procura ser a pessoa certa no lugar e tempo certos. Como dizia um importante bioquímico brasileiro, Carl Dietrich, “pesquisadores não devem correr atrás da bola e, sim, para onde a bola vai estar”. Infelizmente, muitas pessoas certas estão na hora ou no tempo errados e acabam deixando de dar a contribuição que poderiam dar – e que, muitas vezes, é extremamente necessária para o bem comum. Talvez seja ainda mais comum que a pessoa errada esteja no lugar e tempo certos e, por despreparo ou inadequação, ponha a perder uma oportunidade histórica.</p>
<p>Malcolm Gladwell1 mostra muito bem como a hora e o lugar certo explicam vários casos de pessoas muito notáveis, que se destacaram pela singularidade do seu sucesso. Também mostra porque outras, ainda que muito aplicadas e extremamente bem preparadas, têm vidas muito cheias de realizações mas sem alcançarem o mesmo destaque.</p>
<p>O mesmo se aplica às instituições, embora o funcionamento destas seja mais complexo que a atuação de qualquer indivíduo. Hoje, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, o CNPEM, me parece ser uma instituição com muitas das características necessárias para fazer uma importante contribuição na construção de modos de vida sustentáveis para a humanidade. Para fazer isto, situa-se no lugar e tempo certos, pois está em uma cidade com grande dinamismo científico e tecnológico e no Brasil de 2012.</p>
<p>Em minha percepção, o atual panorama do CNPEM é o resultado de uma visão estratégica: a de que ciência e tecnologia são essenciais na moderna sociedade do conhecimento e de que o sucesso, na sua prática, só ocorre em um ambiente de excelência, alimentado com meios suficientes e com uma razoável continuidade, mas também com uma capacidade intrínseca de mudar, respondendo às exigências e oportunidades dos novos tempos.</p>
<p>Esta visão tem sido compartilhada, exercida e aplicada pela maioria de seus criadores, dirigentes, conselheiros e pesquisadores, cujos nomes não vou historiar nem enumerar para evitar qualquer injustiça. Aspectos dessa visão estão descritos em textos do professor Rogério Cerqueira Leite, publicados ao longo dos últimos trinta anos.</p>
<p>O CNPEM tem hoje uma configuração na qual se pode investigar a matéria e, especialmente, a biomassa, com as mais poderosas ferramentas experimentais da atualidade. Conta com o LNLS, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, que lhe deu origem e que é o seu maior ativo. Neste, as múltiplas interações entre luz e matéria são exploradas para revelar novas e muitas vezes insuspeitas propriedades dos materiais, sejam os criados pelo homem ou os que precedem a existência dos humanos.</p>
<p>Conta também com o LNBio, de biociências, com o CTBE, dedicado às tecnologias do etanol, e com o LNNano, de nanotecnologia. Juntos, estes laboratórios criam biotecnologias e nanotecnologias para a saúde e para o aproveitamento da biomassa, seja na produção de energia, seja na de matérias-primas2. Esses ativos do CNPEM são o resultado do uso de recursos públicos substanciais, feitos continuamente durante já quase vinte anos, somando equipamentos de pesquisa de grande porte, caros e de custosa operação, a equipes de pesquisadores dedicados, de classe global.</p>
<p>Os recursos do CNPEM estão disponíveis para pesquisadores e profissionais brasileiros, de universidades, institutos de pesquisa e empresas, uma vez que a maior parte das suas facilidades é aberta ao uso da comunidade externa, mediante processos de avaliação de mérito das propostas. Por isso, o uso dos equipamentos é bastante intenso e em muitos casos não existe ociosidade de instrumentos. A realização de experimentos durante noites, fins de semana e feriados é frequente, embora isso só seja possível para usuários que tenham um nível elevado de treinamento nos equipamentos que irão usar.</p>
<p>As equipes do CNPEM cuidam de manter os equipamentos em condições de pleno uso, para que os usuários possam desfrutar das suas melhores características.</p>
<p>Além disso, esses laboratórios estão hoje unindo seus esforços internos em torno de temas amplos, cientificamente desafiadores, que poderão gerar ferramentas muito necessárias na grande transição que a humanidade hoje tem de fazer, de uma economia baseada nos combustíveis fósseis para a economia verde, baseada nas fontes sustentáveis de energia e de matérias-primas.</p>
<p>O desafio da sustentabilidade foi lançado há décadas, por muitas pessoas, entre elas Rachel Carlson e os membros do Clube de Roma. A questão se agravou com a percepção da existência de problemas climáticos em escala global e com a escalada de preços de matérias-primas, no início de 2008. Hoje, é necessário produzir muito mais bens materiais, para muito mais pessoas, dentro de um planeta finito. Essa situação tem duas saídas previsíveis: ou haverá um grande colapso com consequências imprevisíveis sobre as atividades humanas, ou uma grande transição nos modos de vida e nos modos de produção, especialmente nos ciclos de vida dos produtos da atividade humana. Esse é o grande desafio do nosso tempo.</p>
<p>O lugar do CNPEM é um país com uma grande capacidade de produção de biomassa, um dos mais importantes insumos dos novos modos de produção de energia e de materiais. O Brasil se destaca, há mais de meio século, pelo uso de fontes renováveis de energia, primeiro a hidrelétrica, depois o etanol, o biodiesel e, mais recentemente a eólica. Por outro lado, Campinas (SP) foi o lugar do primeiro plantio de cana-de-açúcar para a produção de matérias-primas em grande escala, em 19423. Esses pioneirismos só se acentuaram, desde a segunda metade do século passado até o presente.</p>
<p>Neste ponto, o leitor já percebeu algumas singularidades importantes deste Centro no cenário da ciência e tecnologia brasileiras: seus pesquisadores não estão dispersos em um grande número de pequenos projetos que, ainda que caros aos seus corações e mentes, não tenham um foco realmente ambicioso e que extrapole o âmbito das revistas e congressos científicos. Ao contrário, eles estão sendo crescentemente motivados pela direção do CNPEM a focalizarem problemas científicos de fronteira, cujas soluções gerem retornos importantes, não apenas do ponto de vista dos impactos científicos, mas também do ponto de vista da economia nacional, das políticas públicas do país e das suas estratégias de construção do futuro. Estes problemas estão unindo esforços de muitas pessoas talentosas, o que é essencial para gerar resultados realmente importantes. Além disso, os que trabalham dentro do Centro buscam parcerias externas necessárias ao sucesso dos seus esforços, onde quer que estas estejam. Da mesma forma, associam-se a projetos externos importantes e convergentes com a missão do CNPEM e que possam beneficiar-se das suas competências. Há, por exemplo, numerosos projetos de interesse da Petrobras e de seus fornecedores de materiais e equipamentos, voltados para a solução dos grandes problemas tecnológicos necessários à exploração segura e responsável do petróleo extraído em águas profundas. O espectro das áreas de atuação do CNPEM é amplo, cobrindo problemas de saúde humana, de produção de energia, especialmente o etanol, e de materiais para os diferentes setores industriais.</p>
<p>Este Centro não se propõe a imitar nenhuma outra instituição no mundo, porque reconhece que a sua maior força é a sua singularidade. Entretanto, rejeita quaisquer provincianismos e busca aprender, em todas as partes do mundo, lições de organização, de atitude e de visão, escolhendo as que se mostrem válidas para a sua própria prática diária ou para seus planos e estratégias.</p>
<p>Tempos e lugares mudam. O CNPEM também deverá ser capaz de mudar continuamente, atento às necessidades e oportunidades que se sucedem e, às vezes, até mesmo conflitam. Poderá fazer isso, pois conta com um modo de organização e de gestão adequados, nos quais há pouco espaço para interesses menores. É um bom lugar para realizações e não é uma boa plataforma de lançamento de ambições pessoais.</p>
<p>Espero reler esse texto, daqui a cinco ou dez anos. Ao fazê-lo, espero poder constatar o acerto deste diagnóstico: o singular perfil do CNPEM lhe permite assumir um papel muito necessário no atual momento do país e do mundo. Obviamente, ele poderá falhar, por insuficiências internas ou por falta dos necessários recursos. Ou poderá ser mais ou menos efetivo no cumprimento de sua missão. Mas temos todos de desejar que ele cumpra bem o seu papel, porque o país precisa disso.</p>
<p>Fernando Galembeck é professor titular aposentado do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e diretor do LNNano/CNPEM</p>
<p>Referências bibliográficas</p>
<p>1. Gladwell, Malcolm. Fora de série: outliers. Sextante. 2008.</p>
<p>2. Galembeck, Fernando. &#8220;Synergy in food, fuels and materials production from biomass&#8221;. Energy Environ. Sci., Vol.3, pp.393-399. 2010.</p>
<p>3. Galembeck, Fernando. &#8220;Chemicals from sugarcane. In: Letcher, T. &amp; Scott, J. (Eds.) Materials for a sustainable future. Chapter 9. RSC. 2012.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/11/uma-instituicao-singular/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 snelgroeiende Braziliaanse steden</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/08/10-snelgroeiende-braziliaanse-steden/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/08/10-snelgroeiende-braziliaanse-steden/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 15:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4189</guid>
		<description><![CDATA[Sprout, em 07/05/2012 Natuurlijk zijn Sao Paulo en Rio de Janeiro de belangrijkste zakelijke centra van Brazilië. Maar het land is groot en er zijn tal van andere steden die zich snel ontwikkelen. 10 ronkende motoren achter de Braziliaanse economie. 1. Campinas Bevolking: 1,1 miljoen. Agglomeratie: 2,7 miljoen. Campinas is het pareltje onder de beloftes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sprout, em 07/05/2012</em></p>
<h4>Natuurlijk zijn Sao Paulo en Rio de Janeiro de belangrijkste zakelijke centra van Brazilië. Maar het land is groot en er zijn tal van andere steden die zich snel ontwikkelen. 10 ronkende motoren achter de Braziliaanse economie.</h4>
<h4>1. Campinas</h4>
<p><strong>Bevolking: 1,1 miljoen. Agglomeratie: 2,7 miljoen.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Campinas is het pareltje onder de beloftes in Brazilië. De stad is gelegen in de staat Sao Paulo, op twee uur rijden van de gelijknamige stad met 20 miljoen inwoners.</p>
<h4>In welke sectoren kun je er zaken doen?</h4>
<p style="text-align: justify;">Campinas is het handelsknooppunt voor een grote agribusinessregio. Vooral koffie, suikerriet en katoen worden hier verbouwd. Maar belangrijker is dat de stad bekend staat als het Braziliaanse Silicon Valley. Het vormt de basis van veel IT-bedrijven en de grootste high-tech incubators en parken (in totaal acht). Zoals wij hier gewend zijn aan de Eindhovense High Tech Campus, moet je in Campinas denken aan namen als CIATEC I en II, Softex, Technopark InCamp, Polis en TechTown. Voorbeelden van high-tech innovatie bestaan uit de productie van nieuwe typen glasvezel, duurzame brandstoffen als ethanol, medische toepassingen, satelliettoezicht op het milieu, software voor de landbouw, digitale telefooncentrales, genetische manipulatie en DNA-technologieën.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_4190" class="wp-caption alignright" style="width: 394px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Campinas.jpg"><img class="size-full wp-image-4190" title="Campinas" src="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Campinas.jpg" alt="" width="384" height="256" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foto: Sprout</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Er wordt niet alleen veel nieuws ontwikkeld. Ook de gevestigde orde is ruim vertegenwoordigd in Campinas. Grote bedrijven produceren kledingstukken, auto&#8217;s, (motor)fietsen, (landbouw)machines, etenswaren, (petro)chemische en farmaceutische producten, papier en apparatuur voor telecommunicatie en ict.</p>
<p style="text-align: justify;">Het lokale opleidingsniveau is hoog. De regio is de thuisbasis van vele onderzoekscentra en universiteiten, zoals LNLS, CPqD, CenPRA, Embrapa, Unicamp, Facamp en Puccamp.</p>
<h4>Kun je er makkelijk op zakenreis?</h4>
<p style="text-align: justify;">Campinas heeft een eigen internationale luchthaven, die net is geprivatiseerd en de bedoeling is om aanzienlijk uit te breiden in de komende jaren. Door de activiteiten van verschillende Braziliaanse luchtvaartmaatschappijen, zoals TAM, Gol, Trip en Azul, is Viracopos ook een van de belangrijkste nationale luchthavens. Er wordt een zeer snelle treinverbinding gebouwd tussen de stad en de luchthaven. Verder heeft de stad goed onderhouden snelwegen naar alle denkbare richtingen in de staat Sao Paulo. Enig nadeel is dat de stad zo populair bij zakelijke reizigers is, dat je lastig een beschikbare hotelkamer kan vinden.</p>
<p><strong>Veja a matéria na integra <a href="http://www.sprout.nl/222/54877/internationaal-how-to/10-snelgroeiende-braziliaanse-steden.html?paged=1">aqui</a>.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/08/10-snelgroeiende-braziliaanse-steden/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>There’s an app for that: U of S and partners develop remote control software for synchrotron</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/08/there%e2%80%99s-an-app-for-that-u-of-s-and-partners-develop-remote-control-software-for-synchrotron/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/08/there%e2%80%99s-an-app-for-that-u-of-s-and-partners-develop-remote-control-software-for-synchrotron/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:22:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio José Roque da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[canadian]]></category>
		<category><![CDATA[CLS]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[luz síncrotron]]></category>
		<category><![CDATA[Saskatchewan]]></category>
		<category><![CDATA[SAXS]]></category>
		<category><![CDATA[VESPERS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4184</guid>
		<description><![CDATA[News In Saskatchewan, em 07/05/2012 Innovators at the Canadian Light Source (CLS) at the University of Saskatchewan, together with their partners, have made it possible to control a multi-million dollar synchrotron from halfway around the world with nothing more than a personal computer – even a tablet. On April 28, U of S President Peter]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>News In Saskatchewan, em 07/05/2012</em></p>
<p style="text-align: justify;">Innovators at the Canadian Light Source (CLS) at the University of Saskatchewan, together with their partners, have made it possible to control a multi-million dollar synchrotron from halfway around the world with nothing more than a personal computer – even a tablet.</p>
<p style="text-align: justify;">On April 28, U of S President Peter MacKinnon joined Canadian Governor General David Johnston and Dr. Antônio José Roque da Silva, Director of the Brazilian Synchrotron Light Laboratory (LNLS) in Campinas, Brazil to access a CLS beamline and pipe the data directly into a computer at the LNLS. MacKinnon initiated the experiment.</p>
<p style="text-align: justify;">The demonstration accessed the CLS VESPERS beamline and involved taking a series of scans of a tissue sample of Crohn’s Disease. The demo included starting the scans and receiving the resulting data.</p>
<p style="text-align: justify;">“This is an amazing example of the new opportunities for research and collaboration available to scientists and graduate students both in Canada and Brazil thanks to this innovative technology developed at the CLS,” MacKinnon said.</p>
<p style="text-align: justify;">“It’s tremendously efficient. A company in Saskatoon that wants to do a certain kind of research, for which we don’t have the right kind of beamlines, can now use the synchrotron in Brazil.”</p>
<p style="text-align: justify;">Synchrotrons are used by a wide range of researchers and companies working in biosciences, nanomaterials, and materials science. Applications of these versatile facilities are too numerous to mention, but a few examples include advanced materials for the electronics, mining, and pipeline industries, and developing new drugs, medical imaging, and environmental remediation techniques.</p>
<p style="text-align: justify;">MacKinnon explained that the remote control technology helps maximize value of public investment in major science facilities such as the CLS by providing powerful tools that allow researchers to exchange ideas and information in real time with colleagues around the world.</p>
<p style="text-align: justify;">Roque da Silva agrees.</p>
<p style="text-align: justify;">“From now on, researchers from Canada, Brazil and other countries will be able to exchange expertise and knowledge working together in real time. This is a big step to improve collaborative science.”</p>
<p style="text-align: justify;">The CLS software innovation, funded by Canada’s CANARIE Network Enabled Program, has led to a suite of web-based applications called ScienceStudio that involves the University of Western Ontario, Concordia University, and IBM Canada.</p>
<p style="text-align: justify;">“ScienceStudio is the result of the kind of innovation that can happen when partners from major science facilities, universities and industries work together,” said CLS Executive Director Josef Hormes.</p>
<p style="text-align: justify;">Using ScienceStudio, research groups can securely access and run experiments at ‘big science’ facilities such as the CLS, collect data, collaborate on data analysis and interpretation of results, and schedule additional experiments. ScienceStudio is currently in use on a beamline at the CLS, the Nanofabrication Facility at the University of Western Ontario, and the Advanced Light Source in Berkeley, California, as well as at the LNLS and Cenpes/Petrobras, an associated research centre in Brazil.</p>
<p style="text-align: justify;">LNLS and CLS have been collaborating on integrating capabilities from LabWeb (developed by the Brazilian Light Source) into the Science Studio platform for use by both facilities.</p>
<p style="text-align: justify;">For more information on research at the University of Saskatchewan, please contact:</p>
<p style="text-align: justify;">Michael Robin<br />
Research Communications Specialist<br />
U of S Research Communications<br />
Telephone: (306) 966-1425<br />
E-mail: <a href="mailto:research.communications@usask.ca">research.communications@usask.ca</a></p>
<p style="text-align: justify;">Photo and story courtesy of the University of Saskatchewan.</p>
<p style="text-align: justify;">Photograph caption – U of S Ph.D. student Dong Liu discusses the remote control software with Elder Matias at the Canadian Light Source (CLS) at the U of S in Saskatoon. Matias led the CLS software development team. The web-based tool allows remote operation of the synchrotron from desktop or hand held computers.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/08/there%e2%80%99s-an-app-for-that-u-of-s-and-partners-develop-remote-control-software-for-synchrotron/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Synchrotron international</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/04/synchrotron-international/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/04/synchrotron-international/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[canadian]]></category>
		<category><![CDATA[CLS]]></category>
		<category><![CDATA[Governador-geral]]></category>
		<category><![CDATA[Light]]></category>
		<category><![CDATA[LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[Saskatoon]]></category>
		<category><![CDATA[Síncrotron]]></category>
		<category><![CDATA[Source]]></category>
		<category><![CDATA[Synchrotron]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4176</guid>
		<description><![CDATA[Global Saskatoon em 28/04/2012 Local researchers synced up the synchrotron in Saskatoon with the one in Brazil, in hopes to find solutions to future problems. Jessica Kent reports.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Global Saskatoon em 28/04/2012</em></p>
<p>Local researchers synced up the synchrotron in Saskatoon with the one in Brazil, in hopes to find solutions to future problems. Jessica Kent reports.</p>
<p><object width="614" height="400" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.globalsaskatoon.com/video/swf/GlobalNewsEmbedPlayer.swf?player.width=609&amp;player.height=342&amp;player.overlayImageUrl=&amp;pid=Y3qcUmAaH23Oeh8D29aRMwo2jFMWx6Vi&amp;show=Evening News&amp;episode=&amp;season=&amp;cliptitle=Synchrotron+international" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="614" height="400" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.globalsaskatoon.com/video/swf/GlobalNewsEmbedPlayer.swf?player.width=609&amp;player.height=342&amp;player.overlayImageUrl=&amp;pid=Y3qcUmAaH23Oeh8D29aRMwo2jFMWx6Vi&amp;show=Evening News&amp;episode=&amp;season=&amp;cliptitle=Synchrotron+international" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/04/synchrotron-international/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Synchrotron flicked on from Brazil</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/03/synchrotron-flicked-on-from-brazil/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/03/synchrotron-flicked-on-from-brazil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 13:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[CLS]]></category>
		<category><![CDATA[CNPEM]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[LNLS]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Research]]></category>
		<category><![CDATA[Síncrotron]]></category>
		<category><![CDATA[Synchrotron]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4173</guid>
		<description><![CDATA[An unlikely researcher piloted the Canadian Light Source synchrotron this weekend]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Yahoo! News Canada, em 30/04/2012</em></p>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<p>An unlikely researcher piloted the Canadian Light Source synchrotron this weekend.</p>
<p>In an international demonstration of remote-control software developed in Saskatoon, University of Saskatchewan President Peter MacKinnon flicked on the synchrotron Saturday from Campinas, Brazil.</p>
<p>&#8220;This project opens a new frontier in scientific research since scientists can perform experiments from anywhere in the world, not only at the place where the laboratory is located,&#8221; says Dr. Antonio Jose Roque da Silva, director of the Brazilian Synchrotron Light Laboratory in a news release.</p>
<p>The ability to run synchrotron experiments remotely is made possible by ScienceStudio, a first-of-its-kind webbased application developed by researchers at the CLS, the University of Western Ontario in London, Concordia University, and IBM Canada. The project is funded by Canada&#8217;s Advanced Research and Innovation Network.</p>
<p>It allows researchers to use a high-speed, secure fibre-optic network to transmit data from the synchrotron in real time.</p>
<p>The web-based portal allows users to collect data, collaborate on analysis, and schedule experiments from anywhere in the world.</p>
<p>MacKinnon is in Brazil with a delegation of Canadian university presidents and Governor General David Johnston. In the demonstration, they used an X-ray beam at the CLS to examine a tissue sample from a Saskatoon patient with Crohn&#8217;s disease.</p>
<p>The Brazilian synchrotron has recently agreed to use the ScienceStudio software and collaborate on experiments with the CLS, says Elder Matias, manager of controls and instrumentation for the CLS, and ScienceStudio project leader.</p>
<p>Although it&#8217;s still in testing, researchers have been using ScienceStudio for about a year to run experiments remotely.</p>
<p>Only about five or six collaborators currently have remote access to the CLS, he says.</p>
<p>&#8220;This is a good example of a platform that would more effectively permit grad students to travel to the CLS and work with their colleagues back in their home institution,&#8221; Matias said.</p>
<p>ScienceStudio is also giving researchers around the world access to the nanofabrication facility at the University of Western Ontario, the Advanced Light Source in Berkeley, Calif., and the Brazilian Synchrotron Light Laboratory.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/03/synchrotron-flicked-on-from-brazil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ONG parceira do LNBio recebe esposas de reitores canadenses que visitaram o Brasil</title>
		<link>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/03/ong-parceira-do-lnbio-recebe-esposas-de-reitores-canadenses/</link>
		<comments>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/03/ong-parceira-do-lnbio-recebe-esposas-de-reitores-canadenses/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 13:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Releases LNBio]]></category>
		<category><![CDATA[Anhumas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[CNPEM]]></category>
		<category><![CDATA[esposas]]></category>
		<category><![CDATA[foundation]]></category>
		<category><![CDATA[House]]></category>
		<category><![CDATA[LNBio]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Quero-Quero]]></category>
		<category><![CDATA[reitores]]></category>
		<category><![CDATA[science]]></category>
		<category><![CDATA[visita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cnpem.org.br/?p=4159</guid>
		<description><![CDATA[Assessoria de Comunicação em 03/05/2012 Esposas de reitores de universidades canadenses visitaram o núcleo Quero-quero, da ONG Associação Anhumas-Quero-quero, no Parque Ecológico de Campinas. A ONG é parceira do LNBio  e da Science House Foundation na implementação de um laboratório de ciências para crianças e adolescentes. A ONG Anhumas Quero-quero oferece atividades de reforço escolar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Assessoria de Comunicação em 03/05/2012</em></p>
<div id="attachment_4162" class="wp-caption aligncenter" style="width: 766px"><a href="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/dorothy-cibele-gurshA5A93D.jpg"><img class="size-full wp-image-4162 " title="dorothy cibele gursh" src="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/dorothy-cibele-gurshA5A93D.jpg" alt="" width="756" height="567" /></a><p class="wp-caption-text">Coordenadoras da ONG Anhumas Quero-Quero recebem as esposas de reitores canadenses com a pesquisadora do LNBio, Ana Zeri</p></div>
<p style="text-align: justify;">Esposas de reitores de universidades canadenses visitaram o núcleo Quero-quero, da ONG Associação Anhumas-Quero-quero, no Parque Ecológico de Campinas. A ONG é parceira do LNBio  e da <em>Science House Foundation</em> na implementação de um laboratório de ciências para crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A ONG Anhumas Quero-quero oferece atividades de reforço escolar  para crianças e adolescentes de regiões menos favorecidas de Campinas. O projeto do laboratório de ciências é uma das atividades mais valorizadas pelas crianças e os efeitos dessa interação com cientistas do LNBio já são aparentes no desempenho escolar de diversos participantes, como observam as coordenadoras  pedagógicas da ONG.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grupo de adolescentes que participa da oficina de jornalismo da ONG entrevistou as visitantes para o jornal da Associação.  Durante a visita, algumas crianças  realizaram atividades no laboratório e outro grupo apresentou uma rotina de sapateado.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="288">
<p><div id="attachment_4163" class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px"><a href="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_1070.jpg"><img class="size-medium wp-image-4163 " title="ONG Anhumas Quero-Quero" src="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_1070-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Adolescentes fazem apresentação de sapateado para visitantes</p></div></td>
<td valign="top" width="288">
<p><div id="attachment_4161" class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px"><a href="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_1091.jpg"><img class="size-medium wp-image-4161 " title="Esposas de reitores visitam ONG" src="http://www.cnpem.org.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_1091-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Visitantes são entrevistadas por jovens que participam de oficina de Jornalismo da ONG</p></div></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cnpem.org.br/blog/2012/05/03/ong-parceira-do-lnbio-recebe-esposas-de-reitores-canadenses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

